segunda-feira, 31 de maio de 2010

Grande dilema....

Meus caros

Ainda estou para perceber como é que ao Domingo de manha de pratica magia cá nos nossos passeios...

Então eu passo a explicar....

Estava programado sair ás 8h do café S.Romão, devido ao tempo estar a ficar muito quente e assim teríamos mais algum tempo para andar.
Alguns elementos ou não têm relógio ou se têm está atrasado mas adiante......
Preguissas presentes:

Posta
Kim diesel
Gil Neto
Rui trankilo
Renato
Marco Quelhas
Miguel Quelhas
Vasco Quelhas

Fazendo bem as contas eram 8 elementos que arrancaram certo??
Pois é mas á chegada só chegaram 3 , daí que a diferença seja 5, certo??
Será magia ou quê??

Desses 5 Elementos desaparecidos em pleno passeio, vim a saber que três deles tiveram faltas justificadas...

Renato ______________ter horas marcadas para compromissos pessoais, tudo bem...
Gil Neto _____________optou por ficar na Agúdela por ter la a família, tudo bem....
Kim diesel____________ficou em casa no castelo, sempre fino, tudo bem.....

Agora faltam dois elementos que até agora não deram noticias , só era para saber se estão em casa em plena saúde ou não???

De salientar as Máquinas novas desses preguissas que não tiveram grande sorte, pois neste ritmo vão ficar novas para sempre.....rsrsrsrsrs

Até domingo

Boas pedaladas

Abraço

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Passeio a Fátima

Está agendado o passeio a Fátima no dia 26 de Junho, sábado, organizado pela Ucc, quem estiver interessado em participar deve comunicar, penso que o transporte para casa está assegurado, assim como para os desistentes, há carro de apoio, temos que confirmar pormenores.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Organização

Viva,


Pessoal acho que o grupo já começa a ter um nº consideravel de presenças, acho que estava na altura de termos mais organização e regra nas nossas voltas.

Ponto nº 1 - Marcar uma hora de saida (agora em tempo quente tentar sair mais cedo)
Ponto nº 2 - Eleger uma pessoa para fazer o percurso, essa pessoa escolhe o percurso e toda a gente acompanha sem criticas.
Porque se não acontece sempre o mesmo, "para onde vamos hoje" vamos para ali, ó não vamos por ali" depois ó por ai não que é a subir , por ali não que tem lama., e acabamos sempre com 15 a 20 kms em 4 horas, e andar sempre nos mesmos sitios.

Podem sempre dar a vossa opnião


Abraço,

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Santiago de Compostela - 3ª etapa

2010.05.03
Terceira etapa - Caldas dos Reis/Santiago (41 kms)

Como de costume, o despertador tocou eram 6.00h, o ritual dos últimos dias manteve-se, arrumar as tralhas e preparar mais uma jornada, a mais curta. Tomamos um bom pequeno almoço no bar ao lado do albergue, e partimos junto com bastantes peregrinos a pé. Subimos bastante até à povoação de Cruceiro num percurso entre prados e bosques, cruzamos a N550 algumas vezes e começamos a descer a boa velocidade um trilho fabuloso, tanto pela natureza luxuriante como pelo desenho das curvas e contra curvas.










Passamos por S. Miguel de Valga, Pontecesures e chegamos a Padrón, mais uma vez paramos para trincar uma sandes de presunto e fizémo-nos à estrada para fazer alguns kms na N550, a determinada altura o percurso fez-se por estradões e atalhos com algumas subidas cruzando algumas povoações, apanhamos chuva e nesta dia muitos peregrinos a pé.














Foi um sobe e desce constante, não muito acentuado, no entanto fazia mossa, acabamos por chegar a Milladoiro, um arrabalde urbano de Santiago, faltavam cerca de 3kms para chegar à catedral. Ainda subimos ao Agro dos Monteiros onde se desfruta de uma boa panorâmica da cidade, descemos por carreiros e para acabar a última dificuldade do dia, uma subida longa e empinada, mas fez-se e acabamos por chegar à catedral de Santiago de Compostela com o objectivo cumprido. Tiramos fotografias, recolhemos a compostela e partimos para a estação do comboio.

EPÍLOGO

Foi uma aventura levada a bom porto, um grupo homógeneo, bem disposto e solidário, fizemo-la a bom ritmo, sem ser uma corrida e não houve desfasamento de andamentos. Pela kilometragem e pelo tempo passado em cima da bicicleta não foi uma tarefa fácil, foi preciso sacrifício e uma grande capacidade de sofrimento. Para quem foi, fica uma grande experiência e a vontade de repetir.

No que respeita a avarias de bikes, nada que fizesse perigar a chegada ao destino, um raio partido, umas pastilhas gastas, uns dentes do carreto partido e uns ajustes nos alforges.

Em relação ao pessoal:

O Paulo posta está como o aço, ninguém o segura... aquelas joelheiras fazem milagres, e sempre bem disposto.

O Renato mecániko é o abono de família, o grupo pode andar descansado que não há avarias sem solução, seja com pregos ou com arames.

O Vito corleone foi uma surpresa, para quem chegou à pouco tempo às bikes, anda bem, e teve uma prestação de grande nível.

O Manuel Vilas Boas, outra boa surpresa, atendendo ao peso e à recente adesão às bikes, anda que se farta.

O Gil não foi surpresa, já o conhecemos, com aquela barriguinha e vontade férrea, quando precisa vai buscar forças onde não as .

O Kim diesel, que há para dizer sobre essa "lenda" é como vinho do Porto....

Parabéns

Os meus parabéns aos BRAVOS que foram a Santiago.

Vamos lá pensar numa ida a FÀTIMA, aqui só com uma perna partida é que não vou.
Mesmo assim não sei

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Santiago de Compostela - 2ª etapa

2010.05.02
Segunda etapa - Rubiães/Caldas dos Reis ( 102 Kms )


Manhã cedo, 6.00h, tocou a alvorada e posteriormente um concerto de instrumentos muito mal afinados, depois de equipados, fizemos a manutenção mínima às nossas montadas, isto é, óleo nas correntes, e abalamos para o Constantino para o primeiro café, não havia mais nada.









Começamos a subir em direcção de S. Bento da Porta Aberta, por caminhos rurais e algumas rampas para aquecer, pois a manhã estava fresca, descemos para Fontoura por uns singles-traks bem desenhados e que deu gosto fazer, atravessamos a N13 e rumamos a Valença, para tomar o pequeno almoço repleto de energia ( Varadero + 2 minis ), outra vez montados seguimos em direcção à ponte de Tuí para entrarmos em Espanha, percorremos ruelas na parte antiga da cidade, subimos e descemos escadas, e chegamos a um dos troços mais bonitos, o vale do Louro, com belos trilhos e boas sombras junto ao riacho.










Pela frente tínhamos agora vários kms em longas rectas de alcatrão na travessia do polígono Industrial de Porriño, o vento dificultava o andamento mas o ritmo mantinha-se,durante este trajecto fizemos umas boas subidas, a pior foi a íngreme rua dos Cavaleiros com cerca de dois kms sempre com grande inclinação e algumas descidas violentas que não davam para descansar, durante vários kms andamos sempre perto da N550 e esta foi sempre uma referência no caminho até Santiago.










Passámos em Paso de Mos, Santiaguiño da Antas, Chan das Pipas e até nos perdemos e esta foi a única vez que aconteceu, andando mais cerca de 3 kms até reencontrar o caminho até Redondela, chegámos aí por volta das 14.00h, cansados e esfomeados, almoçamos no Migas uma parrilhada de carnes, polvo e pimentos Padron tudo muito bem regado pois o calor apertava.










Quando já nos preparávamos para arrancar, chegaram mais uma vez os nossos amigos, para almoçar, partilhámos as incidências do dia anterior e da manhã, despedimo-nos e metemos os rodas ao caminho, rumo a Pontevedra.










Subimos até ao alto da Lomba para descer até Arcade apreciando as vistas da ria de Vigo, chegados a Pontesampayo atravessamos um labirinto de ruelas, descemos até ao rio Ullo e voltamos a subir agora uma velha calçada, que nos fez lembrar a Labruja e nos levou até Cacheiro, depois passámos por campos, vinhas e pomares chegando à periferia de Pontevedra.

Cidade com bastante agitação urbana, onde descansamos um pouco das dificuldades, já com 75 kms feitos o dia de estava a ser um rompe pernas constante de subidas e descidas.

Saímos de Pontevedra apanhando a margem direita do rio Lérez, seguindo um longo carreiro do vale do rio da Granada, molhamos os pés nos troços do Castrado e Pozo Negro, a partir de San Mauro os caminhos tornam-se largos e de bom piso por entre campos e vinhas.

Já com 95 kms chegámos a um albergue, a pensar num banho e descanso, pois estávamos estourados, as instalações eram boas e novas, os peregrinos alojados eram boas e novas, mas não havia lugar... Desilusão total, toca a seguir em direcção a Caldas dos Reis para aí tentar alojamento.
Deviam ser 19.30h quando chegámos, Ponte do Umia e albergue ao lado do rio, entramos e camas todas ocupadas, mas estávamos decididos a não sentar mais as nalgas nas bikes e convencemos o zelador a deixar-nos ficar em cima de colchões no chão.


Alivio geral, guardamos as bikes, e atiramo-nos para cima dos colchões enquanto esperávamos a nossa vez para tomar banho.
No bar ao lado, mais umas cervejas para alguns, infusão de ervas do campo para outros, e a seguir a ceia, com a sopa galega a ficar na memória de alguns, o dia terminou aqui e a noite seria de descanso para a etapa final.


terça-feira, 4 de maio de 2010

Santiago de Compostela - 1ª etapa

2010.05.01
Primeira etapa - S. Romão / Rubiães ( 104 km. )
Participantes: Renato, Posta, Gil, Vito, Vilas-Boas e Kim diesel

Saída prevista para as 6.00h, mas adiada 60 minutos em função da programação do telemóvel do n/ mecânico, só desperta nos dias de trabalho... modernices. Eram 7.15 h e já tínhamos o segundo carimbo na credencial, com o pequeno almoço feito na Campa do Preto em Gemunde. Seguimos por Vilar do Pinheiro, Mosteiró, Gião, Vairão e Vilarinho, passamos a ponte D. Zameiro sobre o Rio Ave e a partir daqui a paisagem altera-se, percorremos zonas de florestas e estradas que correm entre os muros das extensas propriedades agrícolas.









A primeira referência no nosso sub consciente era Barcelos, e até lá percorremos campos, bouças e atravessamos várias freguesias com o encanto do meio rural, paragem em S.Pedro de Rates no Albergue, para outro carimbo e aconchegar o estômago na mercearia, conhecemos aí dois espanhois com quem nos cruzaremos algumas vezes, eles queriam chegar a Porrino no final do dia, atendendo ao nosso andamento e aos sítios onde os vimos, não temos a certeza que o tenham conseguido.










Chegamos a Barcelos às 10.30h, atravessámos o rio Cávado pela Ponte antiga, paramos mais acima para umas fotografias com o galo e depois no centro para mais um carimbo e apreciar o ambiente das festas das Cruzes. Passada a referência Barcelos, outra surgiu, Ponte de Lima.









Na saída de Barcelos passámos por um grupo de ciclistas, com o mesmo objectivo, e até Santiago partilharemos alguns momentos da viagem, mas sempre na frente...Abade do Neiva, S. Fins de Tamel, Balugães... foram percorridos alternando entre caminhos rurais e estradas municipais, eram 13.45h quando paramos para a primeira refeição sentados, pato assado, regado com cerveja, saciados, demos duas de conversa com uns peregrinos de Aveiro que faziam o caminho a pé. Depois do almoço custou entrar outra vez no ritmo, mas com o empenho do Gil rapidamente engatámos e atravessamos a Facha, a Seara e a Correlhá em trilhos de muita beleza, culminando na avenida dos Plátanos, na marginal do rio Lima. Paragem no centro de Ponte de Lima para umas fotografias e mais conversa com uns motoqueiros da Maia, Os Preguissas por onde passam sobressaem no ambiente.










Próxima referência de destino: uns diziam Valença, outros mais sensatos diziam Rubiães, optou-se por arrancar e ver no que dava, a partir daqui a conversa centrou-se na Labruja até ao final do dia. ( dissemos esta palavra 122 vezes ). Saímos da vila pela ponte romana/gótica que atravessa o rio Lima, com os seus 22 arcos e retomamos os caminhos rurais ao longo do Lima, paisagens deslumbrantes com o som da água como fundo, mas o que é a Labruja? Serra que tem um trilho de 2 kms com pendente muito inclinada e que só se consegue transpor com a bicicleta às costas, até lá, a encosta foi-se fazendo já com alguma inclinação e muita transpiração, a meio um recanto para saciar a sede e recuperar forças para a desconhecida Labruja.

Aqui reencontrámos os nossos colegas que passámos em Barcelos, eles chegavam e nós partíamos, conversa em dia e arrancámos para a Labruja, rampas muito inclinadas, tanto em calçada como em terra, foi uma subida permanente a requerer esforço e concentração no máximo, chegámos aos últimos dois kms que nos levam até à Portela Pequena, onde se encontra a casa do guarda florestal.








Realmente a dificuldade para transpor esta parte do percurso é enorme, depois de muitos kms nas pernas, depois de subir muitas rampas com bastante inclinação, depois de todo o desgaste do dia, temos dois kms para fazer com a bike às costas, em certos sítios foram necessários dois elementos para passar as bikes com alforges, mas como bravos que somos, fizémo-la e se fosse preciso ...










Repostas as energias perdidas, começamos a descer em direcção a Aqualonga e Rubiães, chegamos ao albergue da terra por volta das 19.30h, e demos por finda a jornada do dia, com 104 kms e muita fome, banho tomado, limpos e perfumados fomos ao encontro da aventura, mais abaixo, no Constantino, um bife com batatas fritas e receita.






Santiago de Compostela


6 PEREGRINOS, 250 KMS, 18.50 H, 60.000 PEDALADAS - SÓ PARA BRAVOS
O resto conto mais tarde...
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